sábado, 17 de setembro de 2011

A falta que um amigo faz...

Não é que fôssemos amigos de longa data. Mas tão logo as horas se fizeram em dias, semanas e meses. mesmo a distancia... chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nos tivéssemos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exaltação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto... Eramos confidentes, eramos animadores... não se passava um dia que eu não soubesse dele e ele não soubesse de mim. Na verdade, acostumei-me a despertar com o barulho do celular e sem olhar saber que era ele. Confesso que o arduo de meus dias ficou mais acido e amargo depois que ele se afastou, eu nem vi. Quando dei por mim... a solidão já estava instalada. Ele não me ligava, não mandava sinal de vida, apenas se afastara. O motivo até eu... jamais soube... mas queria que aqui ele soubesse que me fez falta... que me faz falta. Ainda há dias que eu tente reve-lo, mas a amizade se foi, se foi com o vento julino... se foi tão rápido que eu nem vi, apenas senti.

2 comentários:

  1. Amei o texto, Nandinha... Simples expressão! :) Tbm sinto saudades de alguém que se afastou da minha vida e eu fiquei sem saber o motivo... E olha que eu tentei várias e várias vezes saber e simplesmente fui ignorada!! u.u O pior é que vc sabe que mesmo se quisesse, não consegue odiar a pessoa!! :/ É a vida... HAHAHA

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  2. Faço minhas as suas palavras finais...

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